FALSAS LÍNGUAS ESTRANHAS E DISCRIMINAÇÃO

          Inicio este estudo bíblico lançando um desafio a toda a Humanidade: desafio que alguém me aponte, pelo menos 1 (um) versículo bíblico, em todo o livro de Atos dos Apóstolos, onde apareça o dom de interpretação de línguas estranhas. Simplesmente isto é impossível, porque em todo o livro de Atos nem sequer são citadas as línguas estranhas (desconhecidas, angelicais, celestiais), então interpretar o que? Pois onde tiver tiver língua estranha audível em público obrigatoriamente precisa ter intérprete humano, do estranho ao humano, para que possamos entender, e para cumprimento de ordem bíblica (I Coríntios 14:26-28).

            Eis a ordem bíblica: E se alguém falar em língua estranha, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus.” Durante um culto, reunião de oração, etc. mesmo que a atividade religiosa dure meio dia sem parar, podem ter no máximo três pessoas com línguas estranhas audíveis, somente uma de cada vez, e ainda obrigatoriamente precisa ter intérprete humano do estranho ao humano. Se não tiver intérprete humano é para, obrigatoriamente, calar a boca, ficar de boca fechada somente em pensamento, consigo mesmo e com Deus. E tal intérprete verdadeiro de Deus praticamente não existe. O que se ouve por ai quase sempre são “chutes” e adivinhações carnais ou a atuação de espíritos enganadores.

            Quando eu ainda não havia recebido o dom de línguas (verdadeiro) e visitava igrejas pentecostais, eu presenciava líderes querendo forçar os seus discípulos a buscarem tal dom, ensinando-os, de maneira ridícula, como enrolar a língua, como treinar com a língua, etc. para supostamente obter tal dom. Soube que existem até mesmo livros ensinando como treinar para obter falsamente tal dom. Acredito que 95% das atuais línguas estranhas são carnais ou de espíritos enganadores. O Espírito Santo não força nada. E somente reparte o dom que Ele quiser, para quem Ele quiser, se Ele quiser e quando Ele quiser. Nenhum ser humano manda no Espírito Santo.

            Já ouvi falso argumento: “Eu só falo baixinho em língua estranha, sem atrapalhar a igreja”. É uma maldosa e falsa justificativa para poder se exibir diante das ingênuas vítimas. Se não tiver intérprete humano a ordem de Deus é ficar totalmente de boca fechada só em pensamento. Outro falso e perigoso argumento:Eu só falo três a quatro palavras em língua estranha, esperando que apareça algum intérprete”. Ou tal pessoa está se enganando a si mesma, como masoquista, porque intérprete verdadeiro praticamente não existe; ou está mentindo contra o Espirito Santo, querendo se exibir e aparecer perante as incautas vítimas, como um “sepulcro caiado”.

          Como é o livro de Atos dos Apóstolos que relata o evento do Pentecostes e dos outros batismos com o Espírito Santo, concluímos que no Pentecostes e nos outros batismos com o Espírito Santo não existiram línguas estranhas. As línguas do Pentecostes (Atos 2:1-13), dos gentios (Atos 10:44-48), e dos efésios (Atos 19:6), foram apenas idiomas espirituais humano estrangeiros, sem tradutor humano e sem intérprete humanoFoi falado diretamente o natural idioma materno de cada Nação ali representada, sem necessidade de intérprete humano. Provem-me onde aparece tal intérprete humano em todo o livro de Atos dos Apóstolos, para cumprimento da ordem bíblica de I Coríntios 14:26-28.

          Que eu me lembre, em todo o Novo Testamento somente aparecem línguas estranhas (desconhecidas) na primeira epístola de Paulo aos Coríntios, capítulos 12 e 14, e talvez 13:1. E ali mesmo em Corinto quase foram extintas, devido ao cala boca de Paulo nos falsários exibicionistas. Porque quando audíveis precisam obrigatoriamente ter intérprete humano, e tal intérprete verdadeiro, pela atuação do Espírito Santo, praticamente não existe. O que se ouve por ai geralmente são “chutes” e adivinhações carnais, ou a atuação de espíritos enganadores.

          Mas então, já que estavam quase extintas, por que as línguas estranhas voltaram em cena, desde há uns dois séculos, aqui no Brasil? Porque o movimento pentecostal foi iniciado no Brasil por intermédio de dois falsários “missionários” maçons. Segundo matéria de Internet eles foram expulsos da Igreja Batista no Sul dos EUA. Tenho uma prova escrita impressa como documento, por um maçom ativo do maior grau 33, em que ele está “dedurando” seus “irmãos” satanistas maçons: E também, os missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren (fundadores da Assembleia de Deus) só receberam a ajuda de um pastor batista, porque este pastor batista era um maçom que estava ajudando seus ambos irmãos maçons, como manda a fraternidade – Mas isto é outra história.” Para os satânicos maçons não interessa salvar almas para Cristo e sim apenas encher os templos de vítimas enganadas e ter muito dinheiro no caixa da tesouraria. 

          Quando um satânico maçom atinge o maior grau 33 está apto a ter a sua própria Loja Maçônica para ganhar muito dinheiro das demais vítimas do Diabo; ou para inventar alguma moda satânica dentro do cristianismo, ou criar uma nova seita, para desviar as vítimas do verdadeiro Evangelho de Cristo. 

          A moda das falsas línguas estranhas pegou rapidamente porque os falsários maçons mentiram que as línguas do Pentecostes foram, supostamente, línguas estranhas (cadê os intérpretes humanos?). Em consequência também mentiram que só é batizado com o Espírito Santo quem falar em línguas estranhas. Um abismo chama outro abismo!  Então as vítimas, geralmente de pouca cultura ou sem base bíblica, “se achavam” importantes podendo falar, na maioria das vezes, falsas línguas estranhas carnais. Podendo transparecer uma ideia de suposta maior santidade. E os “sepulcros caiados” se aproveitaram da ideia para ter mais credibilidade diante das suas incautas vítimas.

          Se três mais dois são cinco então pela lógica matemática cinco menos três são dois. Dessa mesma forma, por aplicação estendida, em I Cor. 14:2 afirma taxativamente, que aquele que fala em língua estranha não fala aos homens, e ainda que nenhum ser humano entende as línguas estranhas. Conclusão: isto é prova fatal, pela lógica matemática, que as línguas faladas no Pentecostes não foram línguas estranhasPorque as línguas do Pentecostes foram direcionadas exatamente aos homens. E lá sempre algum crente estrangeiro entendeu o idioma humano de sua Nação,  sem intérprete humano, falado diretamente pelo próprio Espírito Santo, usando apenas a boca dos discípulos de Cristo, todos apenas galileus (Atos 2:7), que, aliás, dentre eles (talvez 120) estavam os apóstolos, que já haviam recebido o batismo com o Espírito Santo antes do Pentecostes, pelo próprio Deus Filho (João 20:22) sem qualquer associação com línguas espirituais. Portanto, está provado também que o batismo com o Espírito Santo não depende de línguas estranhas. Cuidado com essa mundial “arapuca” maçônica secular!

          Incoerentes já me afirmaram que João 20:22 não foi o batismo com o Espírito Santo dos apóstolos. Mas concordam que o batismo com o Espírito Santo é um revestimento de poder do Espírito Santo. Assim estão “num beco sem saída”: terão de provar que até aquele momento os apóstolos ainda eram ímpiossem ter o Espírito Santo. Para os apóstolos o evento de João 20:22 foi uma segunda dose de Espírito Santo (pois já tinham a atuação do Espírito Santo desde antes conforme João 14:17), ou seja: João 20:22 foi o batismo com o Espírito Santo para os apóstolos. Além disto, foi operado pelo próprio Deus Filho, o Senhor Jesus Cristo, que batiza com o Espírito Santo e com fogo (Lucas 3:16). Precisa explicar mais alguma coisa?

          Segundo me consta línguas estranhas satânicas existem desde a antiguidade. Mas as línguas estranhas espirituais (desconhecidas, angelicais, celestiais) que os pentecostais tanto propagam, somente começaram a existir (Novo Testamento) na igreja de Corinto, no ano de 56 d.C. E lá mesmo, naquela igreja e época quase desapareceram, porque depois quase perderam sua finalidade. Portanto, as línguas estranhas espirituais verdadeiras de Deus (neo-testamentárias) só começaram a existir biblicamente décadas de anos depois do evento do Pentecostes. Existem três tipos diferentes de línguas espirituais verdadeiras pela atuação do Espírito Santo no ser humano: 1) línguas estranhas (desconhecidas, angelicais, celestiais); 2) interpretação de línguas estranhas em Português (nosso caso de brasileiros); 3) idiomas (línguas) humanos espirituais estrangeiros (que foram os idiomas humanos espirituais do Pentecostes e outros batismos com o Espírito Santo registrados no livro de Atos).

          Tanto faz dizer que são línguas estranhas como dizer que são línguas desconhecidas. Na verdade nenhum ser humano entende tais línguas (I Cor. 14:2), porque não são humanas e sim: a) angelicais (celestiais) raríssimas; b) ou apenas inventadas carnalmente a bel-prazer (a grande maioria); c) ou de espíritos enganadores (demônios). Quando audíveis em público precisam obrigatoriamente de intérprete humano, do estranho ao humano, para que possamos entendê-las e para cumprimento de ordem bíblica. Aliás, esta é a prova fatal de que no Pentecostes não existiram línguas estranhas: lá sempre alguém entendeu o seu respectivo, particular e direto idioma humano natural materno, sem existir intérprete humano. Cuidado com essa “arapuca” maçônica secular enganando as suas vítimas.

          Analisando o evento do Pentecostes concluo que ele foi um derramamento do Espírito Santo, tanto para os galileus que falaram os idiomas espirituais humanos, como para os crentes estrangeiros que ouviram diretamente seus idiomas nacionais exclusivos. E que o Pentecostes foi o batismo com o Espírito Santo para os galileus não apóstolos e para os cristãos estrangeiros. Pois pelo menos os apóstolos já haviam recebido o batismo com o Espírito Santo antes do Pentecostes (João 20:22). E que em absoluto, tais línguas não tiveram nada a ver com as línguas estranhas, que só apareceram pela primeira vez no Novo Testamento, na igreja degradante de Corinto, no ano 56 d.C.

          O batismo com o Espírito Santo dos samaritanos em Atos 8:14-17 nem sequer menciona se alguém falou em língua (idioma espiritual humano estrangeiro) e isto tem lógica: o batismo com o Espírito Santo não depende nem mesmo de idioma espiritual humano estrangeiro, como aconteceu também com os apóstolos de Jesus antes do Pentecostes (quando ainda não existiam línguas espirituais neo-testamentárias verdadeiras), conforme João 20:22. Caso contrário, se hoje alguém quisesse receber o batismo com o Espírito Santo deveria levar muitos estrangeiros nos cultos, como no Pentecostes, para que então se falasse diretamente os idiomas estrangeiros deles, o que é ridículo absurdo. O batismo com o Espírito Santo, tanto dos apóstolos como dos samatiranos, ficou caracterizado na expressão: “receber o Espírito Santo“. Não teve nada a ver com nenhum dos 3 tipos de línguas espirituais.

          Pentecostes visou os cristãos estrangeiros e por isto houve a necessidade de idiomas espirituais estrangeiros. Atos 2:4 afirma que os discípulos de Cristo falaramnoutras línguas“, isto é, ou já falaram diretamente o idioma estrangeiro de algum cristão estrangeiro, de modo sobrenatural sem conhecer tal idioma, e sem a necessidade de tradutor ou intérprete humano; ou falaram seu idioma natural galileu, mas os estrangeiros já ouviram-nos diretamente em seus idiomas particulares de suas Nações, sem tradutor, sem intérprete humano. Possivelmente o discípulo de Cristo falou seu próprio idioma galileu natural materno, e os cristãos estrangeiros (até mesmo os ímpios estrangeiros) já ouviram-nos diretamente em seus particulares idiomas de suas Nações, de modo sobrenatural pela atuação do Espírito Santo, como acontece hoje. Não teve nada a ver com as línguas estranhas.

          Sabe-se de alguns casos em que brasileiro falou normalmente o nosso idioma Português. Porém algum visitante estrangeiro ouviu diretamente no idioma de sua Nação, sem existir tradutor ou intérprete humano. Por exemplo: um Pastor brasileiro fez a pregação do culto naturalmente em Português. Não falou uma palavra sequer em língua estranha ou em Japonês. Mas um visitante japonês, que não falava e não entendia Português, e que veio visitar irmãos genéticos brasileiros, que falavam e entendiam os dois idiomas, acompanhando-os à igreja para não ficar sozinho em casa, comentou depois (para seus familiares brasileiros) a pregação de que ele ouviu tudo diretamente no seu próprio idioma Japonês.

          Outro relato de missionário estrangeiro que falou para os índios em Inglês (sem ter outra opção). Porém os índios ouviram-no em sua própria língua indígena, sem tradutor humano e sem intérprete humano. Sempre foi o agir sobrenatural do Espírito Santo. Isto acontece hoje, e possivelmente foi o mesmo que aconteceu no evento do Pentecostes. Trata-se do dom espiritual de idioma humano estrangeiro. Não teve nada a ver com as línguas estranhas da igreja degradante de Corinto. 

          Um amigo Pastor relatou-me outro fato histórico que vou descrever apenas de modo circunstanciado, porque não lembro mais os fatos exatos. Um certo turista estrangeiro (alemão?) estava aqui em Campo Grande – MS, a passeio, e ficou gravemente doente sendo hospitalizado na Santa Casa. Os médicos imaginavam que ele poderia até morrer sem cura. Uma enfermeira crente evangélica ficou com pena do moribundo e orou por ele em voz alta. Ela era descendente de uma tribo indígena, parece-me que de Miranda-MS, e somente sabia falar o idioma Português. No dia seguinte o turista estava totalmente curado podendo receber alta hospitalar. Porém os médicos ficaram intrigados, porque não conseguiam entender tal cura. Conseguiram um tradutor para o turista e quiseram saber sobre qual o motivo da repentina cura. Então o turista disse que após a enfermeira orar para Deus no idioma dele ele creu no resultado da oração e ficou curado instantaneamente. Conclusão: ou a enfermeira orou diretamente, sem saber, pela atuação do Espírito Santo, no idioma do turista. Ou ela orou em Português e o Espírito Santo fez a tradução instantânea na mente do turista. Não teve nada a ver com língua estranha, porque não tinha intérprete humano.

          Biblicamente existem dois batismos: 1) o batismo de conversão ao Triúno Deus, feito mediante afundamento na água, em nome do Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo; 2) o batismo com o Espírito Santo. Qualquer dom espiritual: pastorado (o maior dom espiritual conforme I Cor. 12:28,31), e que substituiu a função de apóstolo), profecia, , dom de cura, discernimento de espíritos, ensino bíblico verdadeiro, etc. é sinal de batismo com o Espírito Santo, geralmente um revestimento de poder adicional (posterior) ao batismo de conversão na água, como aconteceu em Atos 8:14-17 e Atos 19:5-6.

          Porém, pode vir antes do batismo na água, como aconteceu com os gentios em Atos 10:44-48. E todos os três casos (samaritanos, gentios, e efésios) esclarecem taxativamente que sempre foram 2 (dois) batismos distintos (separados) para cada pessoa. Alias, os efésios receberam no total três batismos: 1º) de arrependimento de pecados (verso 3) apenas em nome de Deus (Pai), feito por João Batista; 2º) no nome do Triúno Deus (verso 5), por Paulo, que embora mencione apenas Jesus Cristo pode-se provar que foi em nome do Triúno Deus; 3º) batismo com o Espírito Santo (verso 6). Por que o batismo de conversão ao Triúno Deus deve ser feito por total afundamento na água? Porque ele representa o sepultamento (Rom. 6:4) da natureza pecaminosa. Aliás, o leitor conhece alguém sepultado apenas com uma mãozada de terra na cabeça?

          Um amigo meu, colega Pastor, presenciou dois falsários exibicionistas carnais tramando entre si, durante um suposto culto evangélico pentecostal, que o primeiro deles iria falar em língua estranha (muito estranha mesmo…) enquanto que o outro a interpretaria em Português (para enganar ainda mais os membros incautos daquela igreja). Então o outro que deveria interpretar indagou ao primeiro sobre o que deveria falar como suposta interpretação. O primeiro sugeriu: “Ah! Diga qualquer coisa.” Dá-me tristeza e revolta contra tais falsários “sepulcros caiados” tidos por santarrões, na conta de ingênuas vítimas enganadas.

          É muito fácil para desmascarar falsários exibicionistas. No caso do parágrafo anterior nunca, jamais, um real filho de Deus pode partir da premissa que vai falar em língua estranha, porque isto seria querer ter mais autoridade que o próprio Deus Espírito Santo, blasfemando contra Ele sem direito a perdão. Pois é única e exclusivamente o Espírito Santo quem distribui a língua estranha verdadeira da parte de Deus, somente a quem Ele quiser, se Ele quiser, e quando Ele quiser. Portanto, alguém afirmar com antecedência que vai falar em língua estranha, isto é planejamento que só pode ser de atuação carnal ou até pela atuação de demônios. Fique esperto! Ainda mais é clara atuação do Diabo alguém partir da premissa que vai interpretar a língua estranha, já que intérprete verdadeiro de Deus, pela atuação do Espírito Santo, é tão raríssimo que praticamente não existe.

          O leitor pode observar que quanto mais “nó cego” falsário seja o líder pentecostalneo-pentecostalrenovado, etc. mais ele abusa de falsa língua estranha. Já que psicologicamente ele se sente forçado a esconder seus pecados atrás de uma “capa” de suposta grande santidade, usando falsa língua estranha para enganar as vítimas. As falsas línguas estranhas também podem servir de exibicionismo perante vítimas aculturadas, e para esconder deficiências, como péssimo  pregador E basta fazer concessões ao Diabo que o sucesso, em cima dos ingênuos, está garantido, com igrejas cheias de vítimas ou de pessoas pérfidas. Já presenciei falsários até fazendo gestos obscenos contra os membros sem eles perceberem devido a cegueira espiritual. Talvez os farsantes pregadores estivessem obedecendo a acordo maçônico com o Diabo. Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=NAcSbYBX2zM

          Nesses tipos de igrejas geralmente têm muitos obreiros no altar ao lado do púlpito: Pastores (maçons?), presbíteros, diáconos, levitas, etc. Algumas vezes têm muitos “caciques” para poucos “índios”. Porque assim que alguém é batizado inventa falsa língua estranha carnal para se exibir, e então imediatamente é promovido. Depois de meio ano, sem nunca ter cursado Teologia já é ordenado suposto Pastor. Mas não passa de um mero “guia cego” neófito, porém muito esperto para enganar as vítimas incautas. Suas características são convencer as vítimas “na marra” com: gritos, pulos, “palhaçadas”, sapateados, pancadas no púlpito para intimidar as vítimas com o alto som, riso forçado, corridas na nave do templo, “pagando mico” através de suposta língua estranha carnal e sem intérprete, distribuindo “profetadas” dentre os membros ingênuos, e outras artimanhas psicoterapêuticas inventadas pelo Diabo.

          Tenho ouvido também pregações (exemplo: pelo rádio) em que os pregadores modificam as suas vozes de modo ridículo para enganar as vítimas, querendo transparecer maior santidade e espiritualidade, enquanto que, possivelmente tais pregadores são uns “sepulcros caiados”. Um(a) verdadeiro(a) servo(a) de Deus prega naturalmente convencendo os filhos de Deus através do Espírito Santo, sem precisar usar expedientes psicoterapêuticos do Diabo. Enquanto me dava nojo de ouvir a voz baixa, cantada e hipócrita da satânica besta apocalíptica “Papa” João Paulo II, agora há os hipócritas pentecostais (como o Mis. Davi Miranda, suposto satânico maçom do maior grau 33), neo-pentecostais e renovados, que infelizmente conseguem hipnotizar grandes plateias de vítimas, com as suas vozes modificadas: gritadas, cantadas, “rasgadas”, “chorosas”, etc. enfim, alteradas de propósito para “embriagar” as suas incautas vítimas.

          Aproximadamente em 2008 (atualizado em 17/10/2013) uma missionária pentecostal de São Paulo me relatou um episódio ocorrido numa igreja do interior do seu Estado: por indicação pregou um obreiro de fora que falava muito em língua estranha e então quase todas as vítimas ou falsários (dezenas de pessoas) daquela igreja começaram a falar também em supostas línguas estranhas ao mesmo tempo, naquele culto. Foi um suposto fogo do espírito: muitos incautos exibicionistas carnais ou falsários chorando, “se achando” muito santos e espirituais, até que provavelmente Deus mandou o falsário pregador se identificar como sendo um satânico macumbeiro. É isto o que dá quando exibicionistas pecam contra o Espírito Santo (I Cor. 14:26-28).

          Frequentemente ouço queixas de irmãos que foram questionados previamente por pseudopastores, sobre seus problemas, como doenças. E depois tais “Pastores”, na maior “cara de pau” e em público mentirem contra o Espírito Santo  sem direito a perdão (Mateus 12:32) dizendo que foi o Espírito Santo quem, supostamente, lhes revelou tais problemas. Essa tática satânica também é usada por “Pastoras” e outros(as) obreiros(as), como falsos profetas. Os falsários perderam totalmente o temor de Deus. Para enganar as vítimas vendem sua própria alma ao Diabo.

          Quase todas as seitas satânicas, e heresias dentro do cristianismo (“ondas da moda” que as pessoas leigas na Bíblia, de pouca cultura ou pérfidas gostam) foram inventadas por maçons (pesquise na Internet). Quanto ao batismo com o Espírito Santo, eu mesmo sou batizado com o Espírito Santo desde 1979. E também tenho o verdadeiro dom de línguas desde 1989.  Mas não tenho o dom de interpretação de línguas estranhas (I Cor. 14:13) que é raríssimo. E por isto eu não devo entristecer (pecar contra) o Espírito Santo falando línguas estranhas audíveis em público, porque tenho o temor de Deus.  Em I Cor. 14:13 diz: “Pelo que o que fala língua estranha, ore para que a possa interpretar“. Portanto, se você próprio não tem o verdadeiro dom (um em mil) de interpretação de língua estranha faça um grande favor a si próprio: obedeça à Bíblia e a Deus ficando calado!

          Como intérprete verdadeiro de Deus praticamente não existe, as interpretações se resumem a dois casos: a) intérprete possesso ou encostado de demônios: língua estranha com imediata interpretação (umas 3 a 4 palavras ou uma frase curta) com lógica, exatidão e coerência. Mas qualquer filho de Deus que tenha o dom de discernimento de espíritos descobre que é o Diabo falando por intermédio da sua vítima para nos enganar; b) interpretação carnal com “chutes” e adivinhações: tudo sem lógica, sem nexo, bagunçado. Às vezes o falsário é tão ignorante que fala muito tempo em língua estranha para depois simular interpretação, como se tivesse memória de computador. Qualquer leigo no assunto descobre que se trata de falsa interpretação carnal. Já ouvi um falsário falar palavras repetidas, porém, na falsa interpretação não repetiu nada. Talvez eles pensem que somos idiotas. E logicamente, 99% das supostas línguas estranhas não têm intérprete algum, nem mesmo carnal ou satânico. Cerca de 95% das línguas estranhas são falsas com a finalidade de exibicionismo, desobedecendo à ordem de I Co. 14:26-28.

          No evento do Pentecostes houve a necessidade do dom espiritual de idioma humano estrangeiro (sem intérprete) devido aos muitos estrangeiros presentes. Já quanto às línguas estranhas aconteceu semelhantemente na grande cidade de Corinto, situada entre duas cidades portuárias e por isto era rota de passagem obrigatória para: marinheiros, comerciantes e turistas. Existiam muitas prostitutas profissionais e cultuais (rituais satânicos) em Corinto, que para serem logo identificadas pelos fornicários e adúlteros, as prostitutas raspavam suas cabeças ou tosquiavam seus cabelos. Mas quando se convertiam ao Senhor Jesus Cristo usavam véu na cabeça (ordem do apóstolo Paulo) para evitar discriminação entre as mulheres (hoje e aqui longe no Ocidente não temos mais nada a ver com aquela situação). 

          Para as mulheres atualmente vale a instrução de I Cor. 11:14-15 onde se deduz: em lugar de véu ter cabelo um pouco mais comprido que o de homem, para se diferenciar do homem (não aconselho uma mulher usar cabelo muito comprido até a cintura, porque não creio ter tal ordem bíblica e tem o inconveniente de perda de tempo e gasto financeiro desperdiçado para cuidar de um cabelo tão comprido). Por Corinto passavam pessoas da Itália, Alexandria, Síria, Espanha, Constantinopla, Fenícia, Palestina, etc. e por isto Deus concedeu aos Coríntios os três dons espirituais de línguas. Mas como era uma igreja muito problemática, com muitos falsários exibicionistas arrogantes, logo Paulo precisou mandá-los calarem a boca. E por isto ali mesmo as línguas estranhas praticamente desapareceram. Porém recentemente o Diabo, sempre muito ardiloso, usou satânicos maçons com as duas mentiras anteriormente descritas, para reavivar as esquecidas línguas estranhas e criar falsários exibicionistas.

          Nos anos finais da década de 1980 eu visitava todo tipo de igrejas evangélicas e protestantes. Dava-me profunda tristeza presenciando jovens se “descabelando”, gritando, estrebuchando, “derretendo-se” em prantos, pulando, rolando, na busca do dom de línguas estranhas. Porque eles eram literal, efetiva e ignorantemente discriminados religiosamente, acreditando na teoria satânica maçônica de que no Pentecostes supostamente foram faladas línguas estranhas. E na mentira de que aquele que não tem o dom de línguas estranhas supostamente também não é batizado com o Espírito Santo. São duas mentiras maçônicas do Diabo que estão infernizando a vida das vítimas no  mundo todo.

          Eram caluniosamente discriminados, considerados inferiores religiosamente, quase indignos de servirem a Deus. Alguns jovens que não obtinham tal dom de modo honesto ficavam frustrados e revoltados contra Deus, humanamente enganados pensando que eram indignos de serem filhos de Deus, se afastando de Deus, ficando vulneráveis à atuação do Diabo. Segundo pesquisa a maioria dos criminosos, traficantes, drogados, loucos de hospícios, etc. são justamente de origem de baixos e altos espiritismos, e de igrejas pentecostais.

          A igreja cristã geral de hoje vive um contexto semelhante ao da igreja degradante de Corinto do ano 56 d.C. Senão vejamos: exibicionistas ao extremo (tanto que Paulo precisou mandá-los calarem a boca em I Cor. 14:26-28); ignorantes (I Cor. 1:11-13); carnais (3:1); imorais (5:1); entregando um próprio irmão de fé à justiça mundana (6:4-8); idólatras (10:14); briguentos durante o culto (11:17-18); profanadores da Ceia do Senhor (11:20-22); indecentes no culto (14:40); cúmplices de infidelidade (II Cor. 6:14-18); tolerando falsos mestres (II Cor. 11:13-15); e sendo pecadores impenitentes (II Cor. 12:21). Não é um retrato semelhante ao das igrejas de hoje? São uns falsários exibicionistas carnais arrogantes, com exceção das pessoas que até aqui eram enganadas por maçons, inocentes e ingênuas, atuando na “onda da moda” como “Maria vai com as outras“, mas que a partir de agora, com esta leitura não têm mais desculpa de inocência.

          Concluindo este tópico solicito ao leitor não sair da sua igreja se lá existir líder ou outra pessoa se exibindo com língua estranha sem intérprete, mesmo sabendo que quase todas as línguas estranhas (cerca de 95%) são carnais ou de demônios. E muito cuidado com intérprete: 99% dos atuais intérpretes são carnais ou estão sendo usados por espíritos enganadores. Apenas procure conscientizar os incautos ou pérfidos exibicionistas de que eles estão desobedecendo a Bíblia, desobedecendo a Deus, pecando contra o Espírito Santo, e ainda, de modo ridículo, estão “pagando mico” em público.

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